sexta-feira, 28 de maio de 2010

Tô que nem o botafogo

 Taí! Todos dizem que eu tenho um baita talento para escrever, que consigo articular muita coisa e que minha inteligência vai do Rio a Salvador... Será que eu acredito nisso ou será que reclamo tanto que nem me enxergo assim?
Hoje uma pessoa me disse que eu sou um alguém, que enxerga a vida, com os olhos normais, de um alguém normal. E o que seria isso?
Ver como todos vêem
Escutar como todos...
E no fim das contas, complicar o que é simples de ser...

 E será que sou mesmo assim? Esse alguém que consegue ser intenso e ao mesmo tempo, banal?
 Não existe nada mais ridículo do que uma pessoa com as duas pernas, os dois braços, saúde perfeita e vida tranquila, reclamando do trânsito, da inflação e das celulites. Ei, espera, esse alguém sou eu!
 Vocês percebem como sou complexa até para mim?
  Fico horas a fio, pensando como seria minha vida se fosse mais magra, mais rica e bonita. Fico pensando como seria se tivesse 200 reais livres na carteira para torrar de bugingangas ou doar no sinal pro pessoal que pede. Perco tempo pensando, ao invés de agir e sair do marasmo que venho tornando os meus dias, todos eles.
  Associo isso à falta de vergonha [leia: dificuldade] na cara. Deveria pensar menos, agir mais. Deveria reclamar menos, e rir mais. Deveria parar de selecionar tanto, e amar mais...
Honey, hold me tigh!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Parabéns para mim

Hoje é meu aniversário

20.5.1987 eu estava nascendo...

Há 23 anos...

Nascia também o amor pela vida...

Pelo Fluminense, embora eu já tenha 'descido' amando esse clube...

e nascia comigo o título do Sport...

Que por sinal, venceu em cima do clube que mais odeio...

Mas isso não interessa...

São 205 Postagens

20.5 é o dia...

2 + 0 + 5 = 7

7 é o número bíblico dado à perfeição

Perfeição, é sinônimo de amor...

Amor, é Deus!

Deus é sapiência...

Sapiência é sabedoria...

Sabedoria de viver e de tentar acertar sempre

Mesmo errando...

Mesmo fazendo e achando tudo errado...

Errado é achar que está fazendo algo errado

E continuar a errar...

Por isso que eu tento acertar sempre...

Fazer sempre do meu dia, o meu pra sempre de amanhã...

Que o amor me alcance

Assim como os 23 anos me alcançaram...

Que Deus me dê sapiência sempre...

Amor, sabedoria, distinção, perdão...

Me dê também  desejo, paixão...

Vontade!

Eu quero um amor pra vida inteira

E pra vida inteira, eu quero sempre poder comemorar mais um dos meus 20 e poucos anos!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

E o vento [ou a banalidade] levou...

  Meu nome é Karlla. Tenho 22 anos e faço 23 daqui a 3 dias, já que ainda é 17/05/2010.  Farei desse post uma espécie de confessionário, já que alguns fatos hoje me fizeram permear na linha tênue entre o desespero ante a realidade e a esperança de continuar acreditando na vida. Confesso que não resisti e a primeira opção parece ter vencido...

  Mas enfim, ainda falando de mim, tenho um verdadeiro fascínio por uma instituição desportiva e isso vocês podem perceber através da descrição ao lado. Tenho um cachorro, uma prancha de cabelo, alguns brincos e duas calças de marca, nada mais do que isso.
  Tenho também um sonho, um grande sonho: ser jornalista e ser feliz. Na verdade são dois, eu é que não sei contar...
 O primeiro tá fácil, graças a minha puta inteligência, já o segundo, são favas incertas. Há quem diga que a utopia criada em cima da felicidade é quem cega o ser humano, a não enxergar que ela existe e está ao nosso lado. Fico pensando se o filho da puta cara que disse isso na verdade não era um abastardo montado na grana e casado com a mulher da vida dele, já que as coisas simples estão inseridas justamente nisso. Ah, e ele não torcia pro fluminense, claro.

  Tenho outrossim, um desejo incomensurável de ver justiça alguma vez nessa vida. Tenho vontade de conhecer Paris, tenho uma simpatia gigante pelo Rio e quero morrer morar lá. Tenho vontade de colocar silicone e quero também ter um golf preto. Nada diferente disso.
Quero uma vida simples, embora o parágrafo acima coloque isso em cheque, onde eu possa ir e vir sem muito medo. Quero um apartamento com cerca branca, animais em volta e dois filhos. Claro que tenho que celebrar parceria pra realizar isso e o desejo em questão inclui também um item, que deveria ser de série, mas ''em se'' tratando de mim, pode ser considerado como artigo de luxo: um amor.
  Digo, 'de luxo' porque acredito e tenho a mais absoluta certeza que nem todo mundo nasceu pra isso, logo, rezo para que meu nome tenha passado longe da lista negra de Santo Antônio ao contrário. Acredito que o Pluck [um namorico do passado] tinha razão quando disse que ''amor é luxo, por isso sou amante'', já que hoje em dia tudo que se vê é algo parecido com isso. Hoje li um dos grandes absurdos de toda a minha vida, e é graças a isso que esse post nasceu. Disseram para mim,que os casos extra conjugais são como 'algo a ser feito, e bem feito, sem ferir as partes lesadas'. 

Hein? Cuma??
Onde é que fica o ''sê-de fiel enquanto respirar, irei te respeitar na saúde, na feiura, na pobreza, na falta de sexo...'? 

   Olha, sinceramente, bate uma tristeza na alma quando sou testemunha de tamanha blasfêmia... E é graças a isso que eu fui obrigada a rever a wishlist...

Desisto de tudo...

Da cerca branca
do amor
dos filhos
das convicções políticas
do silicone, porque já que não vou casar, consigo viver com as laranjinhas...
dos cachorros e da vida em filme...

Ainda quero o Golf preto, o apartamento branco e o emprego num grande jornal...
Do Fluminense eu nunca desisto, e de ser feliz também não...
só acho que devo mudar os valores [e a direção!]


Termino esse post faltando apenas 2 dias pro resto dos meus 23 anos...

sábado, 15 de maio de 2010

Abacaxi destrói namoros

  Eu nunca fui do tipo de comer abacaxi, porque o achava doce demais pro meu gosto requintadamente salgado. Até ai tudo bem, até que me encantei por um cara tricolor por sinal cuja mãe vivia me convidando para comer um tal de ''mousse especial''. Eu que não sou boba claro e nem me atreveria a ser com a aspirante a sogra, prontamente aceitei e ainda disse que levaria algo para ela beliscar também, feito por mim.
  Me lembro que não fiz porra nenhuma, passei numa padaria blasé aqui de João Pessoa, comprei uns petit gateaus e levei pra  mãe do dito cujo, pensando ela e agora não mais, depois que o infeliz ler esse post que tivera sido feito por essa que vos fala. Chegando lá, além de muito simpática, Dona Olga me rendeu homenagens dignas de uma tricolor que sou: paparicos, elogios à minha beleza cof cof e ao meu intelecto, bem propagado pelo Diogo, já que sabia o quanto sua mãe apreciava garotas de acordo com ela, inteligentes.
   Pois bem, resumindo a coisa toda, me sentei a mesa, enquanto a belle-mére explicava como que fazia o tal mousse especial. Como a casa era bem chique, cheia das empregadas, lá ficou a mãe dele tagarelando enquanto as mocinhas preparavam a mesa pro lanche. O Diogo ao meu lado, tranquilo, mexia no seu celular durante o diálogo, e eu, como uma legítima diplomata, só fazia concordar com tudo o que ela dizia. Boba não seria de discordar. De repente, enquanto ela terminava de passar a receita para mim, como se eu de fato estivesse interessada em saber como se fazia, a palavra mágica saiu da boca dela...
''abacaxi três vezes espremido...''

  Eu tinha escutado direito? Ela havia dito 'abacaxi'? Eu detestava e ainda detesto abacaxi mais do que o náutico, e de repente, seria obrigada a comer 'aquilo' somente pra agradar a que eu pensava ser a avó de meus futuros filhos. Vocês têm noção do que é comer algo que se detesta, somente para agradar alguém??

  Me recordo como hoje e não como ontem o gosto daquela fruta cítrica e estupidamente doce entupindo as papilas salivares da minha boca como um torpedo russo nos céus alemães. O Diogo feito um bocó, só fazia comer enquanto eu me entupia por dentro de vontade de vomitar. O desgraçado ainda me fez responder o que tinha achado da iguaria de sua mãe. Eu, que a cada colherada, bebia um litro d'agua, fato tal que a sogra perguntou o por que de fazer em demasia, nada conseguia exprimir, além de balançar a cabeça e dizer que estava 'uma delícia'...

Até hoje me pergunto por quê fiz isso...
e o Diogo se pergunta até hoje por quê acabamos...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Insensível eu?


  Eu não ando tão bem assim nas minhas postagens. Digamos que a inspiração tirou férias e eu agora passo somente a escrever aquilo que o intelecto permite. Ando também postando no outro blog e como o tema é completamente diferente, ao embaralhar os assuntos, não consigo evoluir por aqui. Mas o filho mais velho é sempre o mais velho e eu nunca irei abandonar esse blog e seus quase inexistentes leitores.

  E voltando a falar por aqui, escolhi um tema que muito me perturba ultimamente: esse puta vazio que me assola por dentro claro que é por dentro!. Não doei meus órgãos ou algo parecido, simplesmente venho me sentindo cada vez mais uma pessoa vazia no que diz respeito à sentimentalidades. Confesso que a auto estima está aos frangalhos e isso contribui pra cacete em tudo,  e acabo fugindo de um relacionamento e na verdade, têm uns candidatos a candidatos me cutucando todo dia: o problema é comigo.
  Não é que eu tenha medo de amar novamente, simplesmente não sobrou coração pra isso! Analiso as chances que tenho de me apaixonar de novo e ponderando a dor de antes e a coragem de arriscar novamente, chego a conclusão de que homem não vale nada, lésbica eu não serei e freira está fora de cogitação, já que penso em sexo tanto quanto em futebol. Simplesmente eu não tenho mais coragem, saco ou qualquer outra coisa pra ter tempo de me dedicar a alguem, ou pra sentir de novo aquela 'cosquinha' na alma e na calcinha. Tá, eu sei que tenho 22 anos e muitos dizem que comecei somente agora nessa estrada rumo ao amor, mas digo que nunca fui muito de me apegar... Da vez que consegui de verdade, fui dispensada por não ser o que ele queria que eu fosse e lamento amargamente não ter nascido na gaiola das popozudas, viu?
[blefe!]

  No mais, esse foi o desabafo diário, e mesmo que pouca gente leia ou comente, já que têm preguiça, fica aqui a parte que me crucificava por hoje e que me livro, com a alcunha e o estiga redundantemente de ser uma garota insensivelmente soturna...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

No other love

Eu odeio amar...
amar estraga...
estraga o amor...
estraga a vida,
estraga o sabor.
amar o exagero
o exagero de dor

A dor que é latente
a demora de vir
da tua pra minha

Da cama pro mundo
da sala pro quarto
do choro da dor
pro exagero de amor

de ficar nua na sala
na parede e no corredor
Somente com o gosto
da pele e do cobertor

Odeio amar
e amar sem dor
das duas coisas,
dos desabores
e dos odores
eu só quero os amores!

terça-feira, 4 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

''Mais um...mais um Bahia!''

''...já pelo campeonato baiano, o Vitória conseguiu mais uma conquista, deixando para trás as críticas dos comentaristas esportivos e a dúvida dos seus torcedores que não acreditavam no título de 2010,  surpreendendo com uma esmagadora vitória em cima do Bahia, que mais uma vez é vice do time rubro negro baiano.''

   Tudo o que ela mais detesta na vida é futebol. Odeia o fanatismo de seu marido pelo Bahia, odeia copa, odeia futebol no sábado a tarde no campinho do condomínio, odeia os gritos de gol do Luciano do Vale e do Silvio Luis e não entende como alguém consegue ficar parado 90min assistindo a um bando de loucos correndo atrás de uma pelota redonda. Sem tautologias.
  Natália fez a chamada da reportagem com um sorriso de canto a canto no rosto. A emissora não consegue arrumar alguém para substituí-la durante a gravidez e ela se nega a sair de frente das câmeras, e enquando isso, amargamente continua com a apresentação do ''Boa Noite Brasil'', mesmo com a recomendação médica para repousar. Seu estômago, antes da gravidez, já anunciava embrulhar a cada vez em que tinha que falar sobre futebol no programa,  assunto tal que detesta desde criança,mas fazia parte do script, logo, teria que falar. Agora, com os 4 meses e a barriga saliente, só de ouvir a palavrida aportuguesada FootBall, começa a se perguntar o por quê de ter nascido nesse planeta: enjôos e vertigens iminentes.

-Pô Natália, tenta ser mais natural cara! Tá dando pra ver seu descontentamento. Os telespectadores tão começando a perguntar que pôrra é essa com você! - 

Era o revisor e diretor geral do telejornal falando através do ponto no ouvido dela, durante a exibição da matéria do título baiano. Gustavo costumava ser bonzinho com a âncora de apenas 27 anos da afiliada TV Jóia, mas ultimamente, achava que ela estava deixando a desejar por conta da gravidez e até sugeriu o afastamento um tempo, o que foi hostilmente repudiado por ela numa das reuniões com a diretoria!

-Já falei que eu fico até os 6 meses!
-E se seu rosto inchar?
-Vocês diminuem! Pra isso existe o Flávio! Ele é ou não é 'foda' na montagem?
-É, mas rosto de grávida não tem jeito. Vai pra casa, Naná! Vai curtir tua gravidez, boneca!
-Já falei que não e acho bom que vocês comecem a parar de pegar no meu pé. Que saco! Eu tô gravida, e não, doente!


Era teimosa feito uma mula e nada a convenceria a ir para casa. Até então.

 Natália estava tonta, e o visor da câmera posicionado em sua frente anunciava que retornariam ao vivo em 10sec. De repente, não sentia as pernas e começou a cogitar a hipótese de estar dando a luz. Se lembrou então de que só tinha 4 meses de gestação...

-Nat... em 5...4...

E ela apagou! Buft!  Caiu em pleno estúdio, enquanto o jornal entrava no ar após a matéria sobre o campeonato baiano. Natália só saberia do mico nacional minutos depois.
  ''Interrompemos nossa programação por falha técnica. Retornaremos em alguns instantes.''

-Natália, você tá bem? - Perguntava Cecília, maquiadora dela.
-Hmm, o que houve?

Sentia a cabeça rodar e o corpo parecia não responder aos estímulos que tardiamente chegavam ao epicentro encefálico. Não sabia o que tinha acontecido, e sua maquiadora começou a explicar o apagão ao vivo...

-Nossaaaa! A câmera pegou isso? - Se preocupava somente com a vergonha nacional em que se metera.
-Não! O Robisvaldo interrompeu!

Sentia-se menos stressada agora. Sua vaidade estava ilesa.
Gustavo invadiu o estúdio apressado. Precisavam continuar...

-Vamos voltar ao ar! Você se sente bem?
-Anham, me sinto sim!
-Então ótimo! Vamos chamar o Caio ao vivo.
-Caio, que caio?
-O artilheiro do campeonato. É aquele ali no telão.

E Natália ignorou a vertigem por ouvir novamente a maldita palavra 'campeonato' e se concentrou nos músculos do atleta exibidos no projetor. Era um moreno de 1.80m 'por ai', e tinha os dentes mais brancos que ela já havia visto. O frenesi agora se encontrava em outro local mais abaixo...

-Me sinto ótima!
-Que bom! Amanhã começaremos a gravar uma matéria sobre o Vitória e você precisa falar bem ao vivo pro cara não desanimar! Ele é peça chave nisso!
-Por que não disse logo? Precisava me preparar!
-Não, não é você quem vai apresentar...
-Como??
-É a Marília do esporte.
-Aquela magrela? De jeito nenhum. Faço questão de puxar a matéria!
-Ué, você não disse que detestava futebol?

E ela nem se lembrava mais por quê havia enjoado minutos antes. O Caio era uma delícia, aos seus olhos, e gravar uma reportagem com ele seria ''muito bom''... Natália esqueceu-se até da rivalidade de seu marido pelo time do entrevistado...

 ''Voltamos ao vivo direto do Barradão com o artilheiro do campeonado baiano, Caio, que com 20 gols...''

E ela deu continuidade ao jornal. Seu marido de casa sem nada entender, se perguntava por quê faziam aquela maldade com sua esposa...

-Pobre naná. Lá está ela falando de futebol de novo! - dizia ele enquanto via sua amada apresentando...

Realmente. A pobre naná estava num sufoco medonho...
Vai entender as mulheres

Explicação científica para a falta de paciência com gente chata



   Taí! Para quem nunca entendeu o que é um 'batatassômetro', ilustrado e coloridinho está ele em vossa frente!
   É mais ou menos o aparelho [ou termômetro] que mede a que temperatura assa a batata de alguém.
   Você nunca ouviu falar que ''a Batata da fulaninha tá assando! Deixa estar...''  ?
   Ou que o sicraninho tá com os dias contados e que a batata tá virando purê?
   Pois é, seus dias de analfabetismo acabaram!
   O batatassômetro indica exatamente em que nível se encontra a paciência com relação a determinada situação. Eu por exemplo, estou de saco cheio de muita gente, o que posso dizer também que as batatas viraram purê! Digamos que eu não tenho vocação pra bajular e que fui criada justamente para o contrário. Isso não signifca que eu sou a propria cleópatra de João pessoa. Significa apenas que só dou atenção a quem de volta,  responde com dedicação.
   Naaaaada de gente chata que parece atendente de telemarketing. Chega dos amigos que usurpam seus dotes ou dons por pura conveniência. Eu tenho uma amiga que toooda sexta feira a tarde, entra no msn e pergunta ''qual a boa de hoje, gata?''
Porra, eu tenho cara de motorista pra levar e trazer gente que não tem carro?
   Claro que não nego uma carona, não se trata disso.
É que essa guria em questão, só aparece para perguntar exatamente essa coisa. Nunca diz 'como você está colega?' ou 'você já tomou banho hoje?'. Não! É sempre o mesmo papo querendo sair...
Baaah, perdi a paciência e se você estiver pensando que possivelmente seu nome está nessa lista do batatassômetro,  tenha a mais pura certeza que se chegou a cogitar essa hipótese, é porque realmente você está!

Reichskanzler do III Reich

   As crianças são adoráveis. Seus mundos e sonhos são permitidos a todos sem distinção de raça ou cor. Os primeiros contatos com os adultos sempre remetem a atmosfera infantil ao acaso de se sentir desprotegido, obrigando então seu tutor a oferecer-lhe o maior aparato possível nesse mundo.
A explicação acima não se aplica à criança da foto.

    Seu nome é Adolf Hitler. Filho de Alois e Klara Hitler, o ditador facista [pois o nazismo é também um facismo] enseja a lista dos passageiros com destino certo a Highway to hell, perdendo apenas para Judas Iscariotes e Nero. Suas idéias e ações são estudadas até hoje com o propósito de se entender como uma mente baseada em conceitos pode mudar toda uma história.

  Ao contrário de muita gente, Hitler consegue também exercer algum fascínio sobre mim. Talvez nesse momento você também ache que eu esteja com meu passaporte para a highway garantido, mas eu explico: eu aprecio pessoas que têm idéia fixa numa opinião.
Claro que o objeto desse desejo no caso dele, tenha lá seus excludentes de fascínio: ele acreditava numa raça pura e imaculada. Isso dentro de nossos princípios é abominável, o que eu amplamente concordo, mas, o que quero dizer com tudo isso, é que o fato dele ser coeso e fiel aos seus ideais, mesmo quando fracassava é que verdadeiramente é o encanto da coisa. Quantos políticos hoje em dia mudam de partido sem sequer memorar dos xingamentos e agressões ao oponente, campanhas anteriores?

    Hitler era acima de tudo, antagônico em seus pensamentos, pois tudo o que ele mais detestava, na verdade fazia parte de sua essência.

Detestava a pobreza.
    Hitler tivera uma infância conturbada. Filho de pais pobres e bastardos em seus lares, cresceu com limitações. Tinha veia artística, a qual fora duramente abafada por seu pai. Certa vez, o funcionário da alfândega chegou a proibir o filho até mesmo de desenhar em casa, temendo uma reviravolta mental no garoto. Infelizmente isso não o reprimiu e anos depois, ele veio descontar a frustração no mundo.
No colégio, mostrou-se um adolescente conturbado. Não se saia bem em nenhuma matéria, salvo as de tendências artísticas e desportivas. Foi lá que conhecera seu único amigo de infância e adolescência inteira: Gustl Kubizek. Foi ao Gustl também que Hitler revelou seu maior segredo até aquele momento, fato tal que para mim, desencadeou a repulsa por Judeus...

Odiava os judeus.

   O primeiro amor de Hitler foi uma judia. É isso mesmo que vocês estão lendo: o fascista maluco pinel que liderou o maior holocausto da história dos Judeus e do mundo, na verdade teve como primeiro amor, uma judia. Seu nome bem comum aos nossos dias, era  Stefanie (ou Stephanie) Isak, uma jovem loira e alta que vivia no mesmo subúrbio de Linz. Não andava de Crossfox nem se dizia 'linda e absoluta', mas mesmo assim encantou o coração de nosso déspota predileto. Mesmo com o sobrenome judeu, Hitler parecia não se incomodar.Foi essa mesma garota quem acabou com os sonhos do nazista. Certa vez, ao escrever um poema para ela, Hitler se viu embaraçado, ante a revolta da mãe de Stefanie que o humilhou em frente aos garotos de rua.  Maldita mulher!! Olha só o que ela desencadeou...

 O sonho de Hitler era ser 'artista' uii boneca
    Pra mim Hitler nunca escondeu: ele era uma bichona assumida gay . Ví uns documentários escusos sobre sua vida, que indicam que o déspota em questão era torcedor do náutico homossexual. O ditador teve uma adolescência muito sofrida, o que poderia ter potencializado sua preferência sexual.  Assim diz a Galileu sobre o tema:

"Em setembro de 1900, aos 11 anos, ingressou na Realschule de Linz, uma escola secundária que formava rapazes para a carreira comercial ou técnica. “De modo algum desejava me tornar um funcionário público. Um dia, tive certeza de que seria pintor, um artista... Meu pai ficou perplexo, mas logo se recuperou... ‘Artista, não, jamais enquanto eu viver!’”, assim escreveu Hitler em seu livro Mein kampf. Aos 16 anos, após a morte do pai, Alois Hitler, Adolf se mudou para Linz com sua mãe, irmã e tia e consagrou “toda a vida à arte”. Ele fazia esboços, pintava, projetava museus, uma ponte sobre o rio Danúbio, teatros e até mesmo a completa reconstrução de Linz. Fez também, por um tempo, algumas aulas de piano. Além disso, frequentava concertos, teatros, um clube de música, outro de livro e um museu de cera. Como teria sido a história da Alemanha se Hitler tivesse obtido sucesso em seu sonho?"

   Pra mim,  todos os motivos expostos acima foram cruciais na corrida armamentista em busca do topo da alemanha. Entre manifestos políticos ações escusas, Hitler conseguiu se sagrar como a pior coisa que já existiu nesses 2010 anos de planeta terra [desconsiderando os períodos A.C]. Mesmo assim, há de se observar que o ditador contudo, sofria de um mal , o qual é ausente na política hodierna: convicção partidária e ideal baseado num bem comum, embora esse último item ter sido completamente esquecido pelo Fuher quando se viu fracassado ante as tropas inimigas...

Heil Meil fuhrer, Fuck you!