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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

1 euro de atenção!


Tá tudo bem
Mesmo de lá, sem mim!
Tá tudo tão calmo nesse pedaço,
Parece flor no jardim

Se eu me pego cantando, me esqueço,
Mal consigo caber dentro de mim
Será que existe felicidade
Qual eu li num folhetim?

Se me apego, eu perco
Se eu perco, pranto sem fim!
Você tem ela, ela te tem,
Como faço pra chegar perto de ti?

Eu hoje me pergunto
Mas só de pensar, e dai?
Será que dentro desse imenso você
Cabe um pequeno pedaço desse imenso de mim?

sábado, 14 de agosto de 2010

Toda essa matéria de sentir

                                            
                                                  ''Não se afobe não, que nada é pra já..."

 É simplesmente complicada toda essa matéria de amar. São milênios esperançosos vividos minuto por minuto, e só quem sabe quanto custa a dor de quem ama,  é quem  de fato e de direito, ama. Seu quarto é palco das lamúrias, dos enredos de carnaval em pleno sábado a noite sem uma passista pra sambar. O amor é um filho da puta sentimento sem pressa nem pra chegar, nem pra sair, e que nos invade sem que o convidemos com um belo banquete no jantar. É um sentimento que se esconde dos outros mas não de dentro da gente. É fato, inebria, incendeia, contagia! Nos faz rir e chorar, numa fração de segundos. Se você quiser saber mais ou menos como é o sabor de se sentir ébrio de amor, experimente se vestir de humanidade e gostar de alguém de verdade, seja lá quem for, da maneira mais liberta possivel. O amor nos faz cativos embora pensemos gozar da liberdade plena de poder ir e vir. Mas não podemos, nos rendemos ao equilíbrio do irracional e incoerente, nos baseamos naquilo somente que nos faz contentes e ignoramos o pensar. Não aconselho a você que quer experimentar, que espere, seja o tempo, seja algo em troca ou uma troca de algo: apenas se submeta a esfera de comer todo um banquete e ao fim, ainda se sentir faminto. A pessoa quando ama faz exatamente isso - espera se completar de uma coisa que nunca será complemento. É gostar mais do fato de se sentir bem do que propriamente do objeto amado. É fazer amor, fazer pecado, saber que é errado às vezes e não faz sentido, pois não consegue ser falado, só sentido, é não se sentir saciado. É como padecer no limbo e se jogar nos braços da pessoa amada, mesmo sabendo que ela, nem sempre, te quer ao lado. É dizer adeus quando se quer dizer 'oi, como vai? Eu te amo, poxa!'. É viver sempre a espera de se confirmar que do outro lado, também existe uma pessoa com as mesmas dúvidas e com os mesmos sentimentos. Espere se sentir assim um dia e apenas viva, sem esperar nada em troca...

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Wish you were here


Não é um paradoxo se sentir vazia quando por dentro se tem tanto a dar?
O que dizer das vezes onde me calo, quando na verdade eu só grito no vazio?
Como é acordar quando ainda se está dormindo na vida?
Como é dormir quando o corpo ainda está acordado?
Como é sorrir, se eu só choro?

''How i wish, how i wish you were here''

  Há vantagens em ser idiotamente insensível. Você não precisa falar nada quando lhe é perguntado algo completamente fora de questão a ser respondida. Você não precisa fingir, basta apenas ser grosso, fazer carão de quem não gostou e mandar 'se fuder' com o olhar. É mais ou menos isso.
Dizem as más linguas que pessoas assim [estupidamente grossas] são na verdade um complexo de situações irrealizadas cujas raízes dos problemas estão aglutinadas nas raízes do ser em questão. Trocando em miúdos, são pessoas mal amadas, por falta de sexo e de uma boa mesa no café da manhã. Falta-lhes algo. 
Na verdade eu sinto falta não sei do que e assumo que prefiro pular fora a ter que arriscar uma viagem longa. São sentimentos confusos que rolam soltos dentro de mim e que no fim, não têm, nem juntos nem separados, sentido ou explicação conexa. Um vazio que me assola enquanto uma tristeza bate a porta, uma vontade não sei de que, que não tem nem explicação nem por quê. Na verdade, tudo que eu queria, era ter um 'você'...  Na verdade uma bolsa Louis Vitton cairia bem agora!

domingo, 4 de julho de 2010

Wicked Game

 
  A Lady Gaga é louca e disso todo mundo sabia pela quantidade de vezes que tô falando dela nesse blog, mas duvido que alguém saiba da mancada que cometi dias, meses ou sei lá quanto tempo, atrás.
Não me recordo exatamente quando cai de cabeça da cama foi que cometi a insanidade de ir ao blog do Alexandre [acho que é esse o nome dele] e chamá-lo de 'gay', pelo simples fato de não ter 'sensibilidade' uuuui suficiente pra ler e entender seus textos. Lá estou eu, vendo o blog do garoto, lendo seus textos, rindo a lot e achando que o mundo estava perdido e que todos os garotos interessantes queimavam a rosca. Depois de 'constatar' que possivelmente ele era gay, deixo um comentário: Rá, você é baitola =/ !
 Sabe qual a vergonha de se ler, alguns meses depois, um comentário num 'texto' seu [meu mesmo!], dizendo: Hey girl , i'm not gay! - É horrível... Foi horrível e eu preferia que ele fosse só pra eu não ter pagado tal mico [é pagado mesmo, e não 'pago'].
  Mas vá lá, qual a garota que vê a foto de um cara gato interessante, falando bonito e sendo sensível, e logo não pensa que ele é do time do George Michael? Só sendo cega [ou normal]. O bom de ser mulher é que isso não pega tão mal de se perguntar, quando se é mulher,  sem correr o risco de levar um murro... entenderam?

Mulher perguntando:

''E ai gato, você é gay?''
''Não, e posso te provar!'' [Rá!]

Mas olha só se fosse um homem...

''E ai gato, você é gay?''
''Não seu viad#$%  de merd@#$$% vou te quebrar a cara!''

Entenderam como é bom ser mulher?

Strange what desire  or curiously make foolish people [like me] do...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Parabéns para mim

Hoje é meu aniversário

20.5.1987 eu estava nascendo...

Há 23 anos...

Nascia também o amor pela vida...

Pelo Fluminense, embora eu já tenha 'descido' amando esse clube...

e nascia comigo o título do Sport...

Que por sinal, venceu em cima do clube que mais odeio...

Mas isso não interessa...

São 205 Postagens

20.5 é o dia...

2 + 0 + 5 = 7

7 é o número bíblico dado à perfeição

Perfeição, é sinônimo de amor...

Amor, é Deus!

Deus é sapiência...

Sapiência é sabedoria...

Sabedoria de viver e de tentar acertar sempre

Mesmo errando...

Mesmo fazendo e achando tudo errado...

Errado é achar que está fazendo algo errado

E continuar a errar...

Por isso que eu tento acertar sempre...

Fazer sempre do meu dia, o meu pra sempre de amanhã...

Que o amor me alcance

Assim como os 23 anos me alcançaram...

Que Deus me dê sapiência sempre...

Amor, sabedoria, distinção, perdão...

Me dê também  desejo, paixão...

Vontade!

Eu quero um amor pra vida inteira

E pra vida inteira, eu quero sempre poder comemorar mais um dos meus 20 e poucos anos!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

E o vento [ou a banalidade] levou...

  Meu nome é Karlla. Tenho 22 anos e faço 23 daqui a 3 dias, já que ainda é 17/05/2010.  Farei desse post uma espécie de confessionário, já que alguns fatos hoje me fizeram permear na linha tênue entre o desespero ante a realidade e a esperança de continuar acreditando na vida. Confesso que não resisti e a primeira opção parece ter vencido...

  Mas enfim, ainda falando de mim, tenho um verdadeiro fascínio por uma instituição desportiva e isso vocês podem perceber através da descrição ao lado. Tenho um cachorro, uma prancha de cabelo, alguns brincos e duas calças de marca, nada mais do que isso.
  Tenho também um sonho, um grande sonho: ser jornalista e ser feliz. Na verdade são dois, eu é que não sei contar...
 O primeiro tá fácil, graças a minha puta inteligência, já o segundo, são favas incertas. Há quem diga que a utopia criada em cima da felicidade é quem cega o ser humano, a não enxergar que ela existe e está ao nosso lado. Fico pensando se o filho da puta cara que disse isso na verdade não era um abastardo montado na grana e casado com a mulher da vida dele, já que as coisas simples estão inseridas justamente nisso. Ah, e ele não torcia pro fluminense, claro.

  Tenho outrossim, um desejo incomensurável de ver justiça alguma vez nessa vida. Tenho vontade de conhecer Paris, tenho uma simpatia gigante pelo Rio e quero morrer morar lá. Tenho vontade de colocar silicone e quero também ter um golf preto. Nada diferente disso.
Quero uma vida simples, embora o parágrafo acima coloque isso em cheque, onde eu possa ir e vir sem muito medo. Quero um apartamento com cerca branca, animais em volta e dois filhos. Claro que tenho que celebrar parceria pra realizar isso e o desejo em questão inclui também um item, que deveria ser de série, mas ''em se'' tratando de mim, pode ser considerado como artigo de luxo: um amor.
  Digo, 'de luxo' porque acredito e tenho a mais absoluta certeza que nem todo mundo nasceu pra isso, logo, rezo para que meu nome tenha passado longe da lista negra de Santo Antônio ao contrário. Acredito que o Pluck [um namorico do passado] tinha razão quando disse que ''amor é luxo, por isso sou amante'', já que hoje em dia tudo que se vê é algo parecido com isso. Hoje li um dos grandes absurdos de toda a minha vida, e é graças a isso que esse post nasceu. Disseram para mim,que os casos extra conjugais são como 'algo a ser feito, e bem feito, sem ferir as partes lesadas'. 

Hein? Cuma??
Onde é que fica o ''sê-de fiel enquanto respirar, irei te respeitar na saúde, na feiura, na pobreza, na falta de sexo...'? 

   Olha, sinceramente, bate uma tristeza na alma quando sou testemunha de tamanha blasfêmia... E é graças a isso que eu fui obrigada a rever a wishlist...

Desisto de tudo...

Da cerca branca
do amor
dos filhos
das convicções políticas
do silicone, porque já que não vou casar, consigo viver com as laranjinhas...
dos cachorros e da vida em filme...

Ainda quero o Golf preto, o apartamento branco e o emprego num grande jornal...
Do Fluminense eu nunca desisto, e de ser feliz também não...
só acho que devo mudar os valores [e a direção!]


Termino esse post faltando apenas 2 dias pro resto dos meus 23 anos...

sábado, 15 de maio de 2010

Abacaxi destrói namoros

  Eu nunca fui do tipo de comer abacaxi, porque o achava doce demais pro meu gosto requintadamente salgado. Até ai tudo bem, até que me encantei por um cara tricolor por sinal cuja mãe vivia me convidando para comer um tal de ''mousse especial''. Eu que não sou boba claro e nem me atreveria a ser com a aspirante a sogra, prontamente aceitei e ainda disse que levaria algo para ela beliscar também, feito por mim.
  Me lembro que não fiz porra nenhuma, passei numa padaria blasé aqui de João Pessoa, comprei uns petit gateaus e levei pra  mãe do dito cujo, pensando ela e agora não mais, depois que o infeliz ler esse post que tivera sido feito por essa que vos fala. Chegando lá, além de muito simpática, Dona Olga me rendeu homenagens dignas de uma tricolor que sou: paparicos, elogios à minha beleza cof cof e ao meu intelecto, bem propagado pelo Diogo, já que sabia o quanto sua mãe apreciava garotas de acordo com ela, inteligentes.
   Pois bem, resumindo a coisa toda, me sentei a mesa, enquanto a belle-mére explicava como que fazia o tal mousse especial. Como a casa era bem chique, cheia das empregadas, lá ficou a mãe dele tagarelando enquanto as mocinhas preparavam a mesa pro lanche. O Diogo ao meu lado, tranquilo, mexia no seu celular durante o diálogo, e eu, como uma legítima diplomata, só fazia concordar com tudo o que ela dizia. Boba não seria de discordar. De repente, enquanto ela terminava de passar a receita para mim, como se eu de fato estivesse interessada em saber como se fazia, a palavra mágica saiu da boca dela...
''abacaxi três vezes espremido...''

  Eu tinha escutado direito? Ela havia dito 'abacaxi'? Eu detestava e ainda detesto abacaxi mais do que o náutico, e de repente, seria obrigada a comer 'aquilo' somente pra agradar a que eu pensava ser a avó de meus futuros filhos. Vocês têm noção do que é comer algo que se detesta, somente para agradar alguém??

  Me recordo como hoje e não como ontem o gosto daquela fruta cítrica e estupidamente doce entupindo as papilas salivares da minha boca como um torpedo russo nos céus alemães. O Diogo feito um bocó, só fazia comer enquanto eu me entupia por dentro de vontade de vomitar. O desgraçado ainda me fez responder o que tinha achado da iguaria de sua mãe. Eu, que a cada colherada, bebia um litro d'agua, fato tal que a sogra perguntou o por que de fazer em demasia, nada conseguia exprimir, além de balançar a cabeça e dizer que estava 'uma delícia'...

Até hoje me pergunto por quê fiz isso...
e o Diogo se pergunta até hoje por quê acabamos...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Insensível eu?


  Eu não ando tão bem assim nas minhas postagens. Digamos que a inspiração tirou férias e eu agora passo somente a escrever aquilo que o intelecto permite. Ando também postando no outro blog e como o tema é completamente diferente, ao embaralhar os assuntos, não consigo evoluir por aqui. Mas o filho mais velho é sempre o mais velho e eu nunca irei abandonar esse blog e seus quase inexistentes leitores.

  E voltando a falar por aqui, escolhi um tema que muito me perturba ultimamente: esse puta vazio que me assola por dentro claro que é por dentro!. Não doei meus órgãos ou algo parecido, simplesmente venho me sentindo cada vez mais uma pessoa vazia no que diz respeito à sentimentalidades. Confesso que a auto estima está aos frangalhos e isso contribui pra cacete em tudo,  e acabo fugindo de um relacionamento e na verdade, têm uns candidatos a candidatos me cutucando todo dia: o problema é comigo.
  Não é que eu tenha medo de amar novamente, simplesmente não sobrou coração pra isso! Analiso as chances que tenho de me apaixonar de novo e ponderando a dor de antes e a coragem de arriscar novamente, chego a conclusão de que homem não vale nada, lésbica eu não serei e freira está fora de cogitação, já que penso em sexo tanto quanto em futebol. Simplesmente eu não tenho mais coragem, saco ou qualquer outra coisa pra ter tempo de me dedicar a alguem, ou pra sentir de novo aquela 'cosquinha' na alma e na calcinha. Tá, eu sei que tenho 22 anos e muitos dizem que comecei somente agora nessa estrada rumo ao amor, mas digo que nunca fui muito de me apegar... Da vez que consegui de verdade, fui dispensada por não ser o que ele queria que eu fosse e lamento amargamente não ter nascido na gaiola das popozudas, viu?
[blefe!]

  No mais, esse foi o desabafo diário, e mesmo que pouca gente leia ou comente, já que têm preguiça, fica aqui a parte que me crucificava por hoje e que me livro, com a alcunha e o estiga redundantemente de ser uma garota insensivelmente soturna...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

No other love

Eu odeio amar...
amar estraga...
estraga o amor...
estraga a vida,
estraga o sabor.
amar o exagero
o exagero de dor

A dor que é latente
a demora de vir
da tua pra minha

Da cama pro mundo
da sala pro quarto
do choro da dor
pro exagero de amor

de ficar nua na sala
na parede e no corredor
Somente com o gosto
da pele e do cobertor

Odeio amar
e amar sem dor
das duas coisas,
dos desabores
e dos odores
eu só quero os amores!

sábado, 17 de abril de 2010

I'll be fine!

            [Me dá amor?              -          Não, desculpa! ]

   Existe pouca coisa nessa vida melhor do que o amor. Claro que andar de Porsche na frente da turma do colégio que te chamava de feio[a] e perdedor[a] deve ser incrível, mas nada se compara ao fato de sentir amor, intensa e bilateralmente.
Amar alguém e sentir esse sentimento de volta é incrível. Passamos a um patamar até então inócuo graças à insensibilidade característica daqueles que não têm esse sentimento roxo dentro do peito. Fazemos coisas doidas, passamos o dia a ver flores e pássaros e começamos a falar um idioma próprio do país dos amantes: o bobonês...

'Oi cutie cutie mais linduqui eu amô!'
'Ow amoretchinho linda da minha vida!' 

    Tudo é pueril e inocente mas não há nada melhor. Nem mesmo copa do mundo.
    Em contrapartida, assim como o fato de amar alguém, ser a melhor coisa desse cosmo, não ser amado de volta encabeça a lista da pior coisa! Pergunta pra quem já sentiu isso.
    Falando por mim, tive uma baita decepção amorosa outrora e confesso que desde então me tornei uma outra pessoa. Confesso também que me trancar não é lá uma boa idéia, mas me mantém firme até agora, quando durante o incidente, pensei que fosse morrer interiormente.
   É uma dor profunda e 'inafiançável'. Sabe o que é acordar e antes mesmo de abrir os olhos, já sentir vontade de voltar a dormir e tentar esquecer que existe e que por ai, tem alguém que é tudo o que você sonhou mas que por qualquer outro motivo não te quer na mesma intensidade?
   Pior do que isso só o dia em que meu time perdeu pra LDU em pleno maracanã vide Libertadores 2008.
   Sentia uma coisa estranha no peito, e isso chegava a ser físico. Meu peito se calava cada vez que tentava respirar e as pessoas ao meu redor [família, amigos] não entendiam o motivo para tanta melancolia. Soturna me tornei, e bem amarga.
   Corria da frente do som, posto que aquilo exalava sentimentalidade, pois cada vez em que me sentava a frente dele, era para ouvir música e divagar sobre aquele amor. Têm noção do que é deixar de ouvir música,para mim? É o fim! Eu simplesmente vivo para ouvir músicas e agradeço a Deus todos os dias pelo dom da audição, sinestesia e sensibilidade extrema.
   Mesmo assim, não conseguia ouvir as mesmas canções nem visitar os mesmos lugares, embora a criatura em questão não morasse perto de mim. É como pedir atenção no meio do deserto e ouvir de volta somente sua voz ecoando entre as dunas. É um vazio incomensurável.
  É dor inenarrável, e se alguém como se eu tivesse muitos leitores estiver se perguntando: mas por que ela tá falando disso? -  respondo que é a forma que encontrei de materializar a resposta para a pergunta de um grande amigo...
''Karlla, me prova que você já conseguiu esquecer o babaca que te dispensou...''

  Não Fredinho, eu não o esqueci e nem acho que vá esquecer algum dia. O que não significa que eu ainda o ame. Significa somente que amor a gente não esquece, apenas deixa se perder ao longo do caminho...


sexta-feira, 16 de abril de 2010

A dificil tarefa de gostar do 'ingostável'

O amor,pra mim sempre foi como capim. Você nem espera, mas de repente ele cresce! Dai,surge uma vaca e acaba com tudo! Triste fim da colheita!
Irônico e deprimente, eu sei!
Mas é a pura verdade! A gente tá ali, plantando uma rosa mas ao invés disso, nasce o capim [ e às vezes a vaca vem e destrói ] .
A gente planta a orquídea , e ao redor dela, quem aparece? O CAPIM!
Dai, você desiste e planta algo diferente, mas novamente, quem ressurge do inferno? O    C-A-P-I-M!
Maldito capim!
Concluo então que o amor não é aquilo que insistentemente, tentamos fazer brotar como se fossem plantas, mas sim, é justamente aquilo que como uma planta insistente, torna em nascer mesmo contra sua vontade.
É o capim, le herbe, the grass...
Já percebeu que às vezes nos apaixonamos pelo improvável?
Já ouviu que muitas pessoas odiavam seus amantes antes de se tornarem de fato?

É justamente pelo simples motivo da coisa nunca funcionar da forma como prevemos que sempre dá certo. Claro que existem exceções e pessoas que se apaixonam pelo óbvio, mas ai, não sei se é melhor ou pior, já que eu tenho a infeliz predileção pelo mais difícil.