sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O ponto G deveria se chamar o ponto A

Quando eu era pequena, não podia ouvir uma palavra com ''X'' que logo achava se tratar de algo relacionado a sexo. Clímax, Relax, Sexo, Amoxilina e X calabresa. Tudo me fazia ruborizar e encabular impreterivelmente no mesmo momento. Era uma garota muito recatada.
Hoje em dia, com o trauma do X curado, comecei a divagar a respeito do Ponto G, e acreditem, isso permeou meus pensamentos, assim, do nada. Alguns dizem se localizar centimetros após a 'portinha' tão sonhada pelos cuecas de plantão. Outros, que não passa de estratégia de marketing. Eu vou mais além: o ponto G existe sim, e está localizado no cérebro [hein??].
É, no cérebro. O ponto G se mascara, se esconde por trás daquilo que pode importar ou não para você.Primeiro, saiba que quimicamente falando [nuuossa, bixa!], o amor se localiza no ''côco'', bem acima do pescoço. Partindo dessa premissa, entendemos o por quê do ponto G também se localizar acima do pescoço. O ponto G na verdade é o sentimento que nutre-se por alguem, ocasionando um desejo feroz [Essa é com Z] de possuir, que por conseguinte, dá a sensação de realização plena, o orgasmo. É a sentimentalidade inclusa, ou simplesmente, o apetite voraz [essa é com Z também] que amplamente potencializa o ato. E vocês, o que acham???

4 comentários:

Anônimo disse...

De minha pouca experiência, acredito que o ponto G percorre toda a extensão do corpo feminino. O que muda é a sensação sentida pela dita cuja, dependendo do momento em que se "atiça" cada região. É hilariante beijar uma mulher e vê-la tendo um ataque de risos quando a mão desce suavemente pela lateral da barriga, bem abaixo das costelas. Mas experimente tocar o mesmo local no momento de um "beijo íntimo" e a reação será totalmente diferente. O ponto G, fica no conhecimento de quem tá mexendo na menina, pois só depois q se conhece bem o corpo dela é que se pode mirar nesse tal d ponto. E quanto ao ponto A? Bem esse fica na cabeça da vítima, pois é o primeiro lugar que se deve "atiçar". Depois é só ir ligando os pontinhos, como se faz naqueles joguinhos de criança de descobrir o desenho ligando os pontos. Se não consegue ver os pontos, já estou com pena de você. Tente usar o tato que ajuda bastante. Enfim, conhecimento leigo partilhado, missão cumprida. Me despeço desejando boa sorte pra blogueira, que já deve estar queimando tico e teco agora mesmo!

Gugu Keller disse...

Perfeito, amiga! Sempre pensei exatamente assim! E te digo mais... Não apenas o tal do ponto G não fica da "portinha" centímetros acima e sim no cérebro, como, seguramente, o melhor modo de o ativar não é através do toque de dedos, língua ou do próprio órgão masculino, mas de algo abstrato, porém extremamene poderoso, que não entra pela vulva mas pelos ouvidos e olhos, a palavra! Sim, a palavra! Ela é o que há de mais poderoso! Tanto pode mudar o mundo como ser, para uma mulher, o melhor e mais sublime caminho para o clímax!
Ah! E, falando em clímax, sobre aquelas tuas divagações com o "X" de quando era pequena, tenho pequeno verso de que acho que vai gostar, coincidentemente também sobre sexo... Chama-se "Os Sons do X" e diz assim...
"O fixo refluxo reflexo do sexo é o nexo complexo de um prolixo paradoxo."

Muitos beijos!

Gugu Keller

Gugu Keller disse...

Amiga...

Sobre o que vc escreveu no meu blog, saiba que a honra é toda minha! Ademais, não tem essa de "alguém do meu naipe"... Não tenho naipe nenhum! Ao contrário, sou extremamente simples!
Quanto ao teu blog, continuo fuçando e me deliciando... E, com ainda mais convicção, reitero o quanto disse! Menina, vc escreve muuuuuito! Nossa! E, se tem só 22 anos, chega a ser assustador! Estou encantado! Sim, mande-me um e-mail! Ficarei muito feliz!

gugukeller@hotmail.com

Bjs!

GK

Ковёр-самолёт disse...

Ai, desculpa o meu senso de putaria de baiano, mas a primeira coisa que pensei quando li que o ponto G fica na cabeça foi em sexo oral...
Mas dada a complexidade da coisa, até isso faz parte, já que tem tantos elementos envolvidos.... Pra mim, o ponto G é como um placebo. Pode até não existir, mas só a ideia de que ele exista, de tentar procurá-lo e alimentar a imaginação na busca pelo prazer, surte o efeito!