quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Baby,you can drive my car


Eu não gosto dos óbvios!
O cliché não me atrai.
Perder é um chiste e
Sem preço, não compro!
Acho que a vida pode ser muito melhor, com muito mais senso de humor
E uma pitada de risadas!
Ter cara de guaxinim de vez enquando é bom,
O que não pode, é ter uma sempre!
Sou inconstante,
Dos acasos, dou risada!
As vezes fria
As vezes comedida
As vezes, exótica
Por que não erótica?
Quem sabe?!
Não sou boa com obrigações
Mas gosto quando elas me obrigam a ser eu mesma
Gosto da lua e das estrelas...
Vivo na lua...
Pereço na lua...
Adoro as estrelas [até quando são artificiais, em cima da cama, no teto da sua!]
Amo amar...
As vezes você pode me achar tonta,
Boba, lesa, quem sabe
Mas não esqueça que são esses trejeitos responsáveis por minha estada em você
Não dirijo mal,
Não chamo tanto palavrão assim
[ou chamo?]
O que importa são as cores de meu nome!
Sou do tipo que te quer
Mas não te quero por obrigação,
Te quero, por querer
Posto que você já vive aqui
Posto que eu já vivo em você!
Posso dirigir seu carro?

Um comentário:

João disse...

Os óbvios são óbvios, não tem tanta graça... bom é o inesperado, vibrante, perigoso (adrenalina total)... sem pensar no que vem depois, somente aquele instante... inigualável, impar, extraórdinário!!! Viver e não ter vergonha de ser feliz, como dizia o poeta.
Bjssssss