segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Ledo e ivo engano


Se te recusas
a entender
Como são profundos os meus olhos
ao te fazerem perceber
Que não pretendem com isso
Te fazer voltar atrás
Nem fazer valer a usura
Te molestando a paz!
Não poderei eu
No meu doce sonho de ilusão
Te fazer saber que eu
Cá fora
Falo sem medo
E com paixão.
Não escravizo querubins
na tentativa de te fazer como presa
Sozinho viver em minha redoma chamada
coração!
Sou sinceramente crua
Talvez, uma cigana dissimulada
Com olhos marrons estonteantes
Pelos guetos de Berlim
Desconsertantes
À espera da coisa tua
Que me faz entender
Como dois e dois são três


Que no pior de mim, arde você!

2 comentários:

Mª Clara Ventura disse...

Bacana teu blog!!
es de jp?
beijos

Anônimo disse...

Muito boa a tua poesia bela poetisa.

Beijos de outro poeta a você.